A arte de viver a vida

Livro tem que me encantar já nas primeiras linhas, se não, desisto da leitura. Pode ser volumoso, não importa, contanto que a leitura flua. Já desisti de ler alguns livros, “fininhos” mas que o autor não conseguiu me conquistar.

Procurando por uma leitura agradável, me deparei com este do Pierre Weil, autor já conhecido de outras obras e que me chamou a atenção pelo título – A arte de viver a vida – tema que sempre me atrai.
De início, me deparei com um texto de Roberto Crema com o qual me identifiquei, pois, estou sempre contando estórias do que vivi e concordo que nascemos para contar estórias. Vamos ao texto:
Nascemos para contar uma estória única, como o mistério de nossos semblantes. Ninguém poderá contá-la por nós. Caso a nossa estória não seja contada ela se perderá para sempre, condenando nossas existências ao anonimato do indiferenciado e da falta de sentido. Toda estória é numinosa, contendo luzes e sombras, maravilhas e terrores, delícias e dilaceramentos. E, na estória que inventamos na aventura de nossos passos, há momentos de mutação, de salto qualitativo, de alquimia pura, através do milagre do Encontro…
Já no capítulo I, o ensinamento sobre as três ecologias e as três consciências.
Pronto! Não preciso dizer que o livro, de início, já me encantou.
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