Ministros do STF entendem que aborto até o 3º mês não é crime

STF entende que praticar aborto nos três primeiros meses de gestação não é crime. E a vida como um bem inalienável?

Ministros entendem que não há vida no feto nos três primeiros meses de gestação? Qualquer ultrassom em 3D ou 4D pode atestar a vida, o sexo e as condições de saúde do bebê no útero materno.

Fico pensando no dia em que teremos a compreensão das coisas e que não precisaremos nos conduzir por nenhuma lei, senão a da própria consciência. Quando tivermos a devida compreensão de que a vida é benção divina que propicia a todos os seres oportunidades de crescimento e redenção, não mais atentaremos contra a vida de seres indefesos.

Segundo Chico Xavier, “a maternidade é um segredo entre a mulher e Deus”. Somente à mulher é dado gestar.

É sagrado serviço espiritual em que a alma se demora séculos, na maioria das vezes aperfeiçoando qualidades do sentimento, informa Hilário na obra Entre a terra e o céu. Podemos, assim, entender que, quando a mulher aperfeiçoar os sentimentos maternos, não mais fará uso de práticas abortivas, sendo portanto desnecessário buscar amparo na lei. Até lá, muitas reencarnações educativas serão necessárias, onde a mulher passará por muitas experiências, inclusive a de ser ver impedida de engravidar, em virtude de ter abusado de práticas abortivas que lesionaram orgãos que tem suas matrizes no corpo espiritual e que se expressam no corpo físico com deformações que impedem a gravidez.

Muitas mulheres sofrem por não poder engravidar e terminam por adotar, realizando assim o aprendizado do amor, candidatando-se a retomar a função maternal sem impedimentos de suas funções em próximas reencarnações.

Portanto, o aborto ainda será tema de muita discussão em nosso planeta, mas, chegará um dia em que será lembrado como um estado de barbárie.

Chico Xavier ao ser interrogado sobre o que pensava sobre o aborto, assim se expressou:

“O aborto é sempre lamentável, porque se já estamos na Terra com elementos anticoncepcionais de aplicação suave, compreensível e humanitária, por que é que havemos de criar a matança de crianças indefesas, com absoluta impunidade, entre as paredes de nossas casas?

Isto é um delito muito grave perante a Providência Divina, porque a vida não nos pertence e, sim, ao poder divino.

Se as criaturas têm necessidade do relacionamento sexual para revitalização de suas próprias forças, o que achamos muito justo, seria melhor se o fizessem sem alarme ou sem lesão espiritual ou psicológica para ninguém. Se o anticoncepcional veio favorecer esta movimentação das criaturas, por que vamos legalizar ou estimular o aborto?

Por outro lado, podemos analisar que se nossas mães tivessem esse propósito de criar uma lei do aborto no século passado, ou no princípio e meados deste século, nós não estaríamos aqui.”

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