Setembro passou, outubro, novembro, já estamos em dezembro…

Assim cantava o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, desconhecido de muitos da nova geração. Não chegamos em dezembro, ainda, mas basta um cochilo para despertarmos nele.

Fica sempre a sensação de que o tempo está passando rápido demais. Será? Já ouvi de algumas pessoas que, “antigamente”, o tempo passava mais devagar.

A sensação não é a mesma para quem vive no campo, sem os recursos da tecnologia (será que ainda existe lugar onde ela não alcance?) principalmente sem o celular, onde muitos passam o dia a deslizar sua tela em busca de novidades e, quando menos espera, o dia já passou e nada foi feito.

E sempre iremos responsabilizar o ano que passou. O próximo será melhor! Só se jogarmos o celular fora! Brincadeiras à parte, vale fazer um balanço do que realizamos nesse ano que se finda. O que realizamos, aprendemos, fizemos?

Esse ano resolvi que faria algo que pudesse contemplar como uma conquista minha. Comecei uma graduação em Serviço Social. Muito aprendizado, muito estudo, mas, também, muita satisfação. Termino o ano com a sensação de que ocupei um pouco do meu tempo com algo valioso, pois, todo aprendizado precisa ser comemorado.

E agradecida a Deus por todas as alegrias e experiências vivenciadas. E que venha 2018!

 

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